A resistência à tração como critério de aceitação e rejeição de misturas asfálticas

Jorge Ortiz rípio
Engenheiro civil, Canais e Portos
Sorigué, SA

Sumário
A utilização da medida da massa asfáltica indireta testemunhas de resistência como critério de aceitação e rejeição da tração camada final é baseada em várias suposições que são destinados analisados ​​neste artigo. Em primeiro lugar, é discutido o alcance das correlações entre resistência à tração e módulo de resiliência em que se baseia a especificação. Aqui estão alguns impedimentos para considerar o valor do módulo como um indicador de qualidade e, portanto, deduzir-se o limiar de aceitação, a pena ou rejeição da mistura estão expostos. A dificuldade de se relacionar resistência à tração com qualquer propriedade inerente do material testado leva a questionar a adequação dos valores absolutos especificados, bem como a consistência de tal exigência no actual quadro regulamentar. Finalmente, avaliar algumas das opções para aumentar a resistência à tracção indirecta de misturas betuminosas, que na maior parte concordam, no entanto, a qualidade do produto acabado.

PALAVRAS CHAVE
tração indireta, compressão diametral, módulo resiliente, Especificações, misturas betuminosas, amostras testemunhas

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